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10/11/2015 Nau - De nosso diário de bordo 0
Do Eu navegador quero que fique esse algo especial que se lê em uma história e que fica na memória como uma cena inesquecível, ainda que somente alvo do que se diz estar descrito, porque a constante do equilíbrio é estar em busca de si no ato de olhar o mundo que nos cerca, espaço onde se começa e onde se conclui toda nossa história.
Dessas narrativas da vida, o escritor Kazantzakis descreve de seu herói grego Zorba, a façanha e o feito de ter conquistado sua vitória ao delírio de lançar ele ao alto o ouro de sua conquista, momento em que se liberta da própria paixão num desapego comum à entrega que se tem quando do próximo passo à realização que lhe dê sentido.
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Algo me diz que essa cena nos chama à mesma memória de mundo em face do que nos é brilho ao encontro do olhar que também nos é significado. Em razão disso, começo nossa história por você que vive como eu em meio a um momento ímpar na história da humanidade, período em que não sabemos ainda de maneira mais certa que dimensões sobre o comportamento humano a comunicação digital e as organizações em redes terão. Um período ímpar em que as possibilidades são inúmeras e as consequências diversas como um leque aberto na palma da mão.
Na dimensão de nau, estamos com as velas abertas a ventos que, apesar de inconstantes, conseguem nos manter em curso, redobrados nossos esforços nas várias partes da embarcação em que ora navegamos.
De nosso diário de bordo, 09 de novembro de 2015.
Gi Nascimento.
Divulgue!

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