Do farol e da estrela

Do farol e da estrela

nau (4)

Por muitas vezes estivemos sem aparente sentido de futuro, de propósito ou de amanhã. Nesses momentos, alguém que lance luz a essa estranha escuridão que nos abate às cegas, ainda que a tudo possamos ver, é sopro sobre os olhos.

O cisco que incomoda a visão, com o sopro, se evade, torna-se um alívio aos olhos que voltam a enxergar.

E "navegar é preciso": nos realizar no que há de melhor em nós para além de nós, folheando as páginas De nosso diário de bordo como farol à terra: estrela iluminando ao mar de quem navega.

De nosso diário de bordo, 27 de dezembro de 2015

Gi Nascimento

 

Divulgue!

No Comments

Post a Comment