Nau sobre a superfície das águas

Nau sobre a superfície das águas

Um impulso criativo não se limita a condicionantes ligadas às formas que se manifestam em meio a um oceano de infindáveis possibilidades.

Por tantos dias que nos são recentes no mar procurei primar pela ideia de que a percepção e a concepção de consciência se concentra no objeto de sua vontade, independente da forma. Mas o que ocorre é essa maneira de se comunicar a ideia pela forma que é  meio todo presente como linguagem de mundo. A forma, a mar, estabelece referências de limites em relação a posicionamentos só visíveis pela experiência, senão como passado de sua memória, como autopercepção de sua própria existência de vida, sobretudo modo de posicionamento futuro, sempre que livre e deliberado em razão de sua própria vontade, tal qual um ritmo que nos leva a ideia de desenvolvimento da percepção de consciência de ser humano.

De nosso diário de bordo, 15 de janeiro de 2016

Gi Nascimento.

Divulgue!

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