Rumo a uma autonomia de meio de vida

Os caminhos pela realidade virtual à realização de nossos sonhos

Recentemente retornamos de incursões a terras distantes diante da ausência de reparos às avarias que ocorrem nos últimos meses em nossa nau. O porto seguro de nossa chegada nos fez refletir sobre o trajeto feito e o ciclo completo em que nos damos as mãos. É assim o que surge necessário a se caminhar em um conjunto de pessoas à finalidade de algo que é simplesmente trilhado individualmente e em razão de vontade/necessidade própria. Foi isso o que aprendemos de nossa última viagem, observando os que honram à justiça e à paz, pessoas também honradas que nos acompanham a um propósito maior em que nos habituamos a navegar, mesmo quando vivemos nossos percalços.

Agradecemos a Deus por esse aprendizado.

Na realidade dos fatos observamos que os eventos se mostram transformadores. Por razões históricas a sociedade tem seu próprio tempo de expressão e de desenvolvimento de suas relações, e disso somos partes de uma mesma natureza.

Uma expressão latina compreende bem a razão disso acontecer, Mutatis_mutandis

E, sabendo-se dela, não se pode negar a se dar termo e a se dar novo começo a um mesmo processo de decisão deliberado a um mundo que está por vir. Reconhecer, nesse ponto, o que tem realmente funcionado e o que não convém que funcione, facilita certa prática de escolhas conscientes que fazemos em nosso percurso de vida, quando, então, recomeçamos.

Das nossas caminhadas, algumas das estratégias desse navegador obtiveram êxitos em certos sentidos, embora não foram satisfeitas, com elas, todas as necessidades do caminho. Aí entendo o que compreende o aspecto que sustem a vida sobre os meios em que nos dispomos a levá-la adiante. Uma revisão das práticas é fundamental à sociedade. Esse é o nosso tempo.

De nosso diário de bordo, 25 de julho de 2017

Gi Nascimento

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As Ilhas Virtuais – De nosso diário de bordo

Das Ilhas Virtuais a encontros reais em dias de nascer do sol à praia.

Sabemos que somos a maré em seu fluxo de passagem pelo oceano do mundo, assim como nau à atmosfera da navegação por essa existência etérea quando nos comunicamos. Talvez em razão da entrega sincera do que é tempo e relacionamento de vida, vamos compartilhando momentos sem os quais não há muito sentido de vivência. Convivemos, então, em nossas Ilhas Virtuais que tudo nos oferece por meio de suas conexões com o mundo.

Fizemos planos, riscamos traçados sobre o mapa, pontuando aqui e ali coordenadas que, entre nós, firmamos, e disso são relacionamentos de propósitos com que nos orientamos quanto aos novos planos, convivendo em um estado de Autonomia Solidária.

Em razão disso temos consciência que as decisões envolvem benefícios, riscos e responsabilidades - um compromisso que não se vê em qualquer lugar se não entre aqueles que com fé creem que um mundo melhor seja a todos possível, às gerações futuras e à Eternidade de toda existência.

Agradecemos, sobre tudo, pela nossa existência e pela oportunidade de transformar conscientemente nossos rumos, destinos e falhas em novos momentos de vida e de realização de vida para bem da humanidade.

Somos, por isso, uma família e um instituto, o Instituto Shoin - Espaço Conceito, nossa casa na internet, meio de comunicação institucional com o qual dialogamos com as demais organizações civis não governamentais, com pessoas simpatizantes, amigos e parceiros de jornada!

De nosso diário de bordo, 13 de julho de 2017

Gi Nascimento.

E-mail de contato:

ginascimento@institutoshoin.com.br

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As Ilhas Virtuais – De nosso diário de bordo

Vivências cíclicas em iluminuras de noites frias

Faço registros de fatos em nosso diário de bordo a expor nossas passagens como as que são feitas quando em visita a ilhas que não podem ser avistadas a olho nu: são pontos luminosos contra o espelho da água do mar ainda que menos notáveis em noites de lua cheia, porque ficam esparsas as iluminuras que ascendem das águas violáceas à noite escura, como letras sobre o papel desconhecido da prata em um cadinho.

Não tem sido fácil trazer à história a confiança de quem tem seus aliados. O que se representa sozinho também é uma ilha em um oceano, isolado em um envolvimento circunstancial.

Contudo, As Ilhas Virtuais conectam, aproximam-se elas da ideia de um porto seguro entre uma viagem e outra que façamos, pois é sobre isso o que se escreve nessa narrativa.

Para elas as possibilidades de percurso são infinitas, mas o tempo à disposição parece ser limitado, quando nos descobrimos sujeitos a toda uma relação de significados que nos escapam à vontade de permanecer investindo no que é dedicação preciosa.

São decisões a compromissos com o futuro que nos tomam a jornada do dia a dia. Em nossa última postagem Do traço sobre o mapa ficou destacado o que nos foi dano para se pensar nas alternativas que nos convém agora que estamos aportados. Nosso situação não é a única.

O mar parece calmo no inverno sob condições que são convidativas a um mergulho profundo, mas sob o tênue tecido de água, o frio se estabelece como gelo áspero e desagradável ao corpo. Nadar, acima de tudo, é necessário.

Nossas condições de navegação ficaram avariadas, embora estamos em uma situação de testes para as decisões presentes e futuras, com possibilidades de serem revistos os compromissos que permanecem em nossa jornada, sendo esse, a nós, um ponto essencial.

De nosso diário de bordo, 10 de julho de 2017

Gi Nascimento

 

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Underground bar by GIq

Underground bar by GIq

Seu nickname "Anacreonte" veio em referência ao poeta lírico grego do século VI a.C., tema de estudos das aulas de Grego, disciplina do curso de Letras Alemão do qual era acadêmico. Anacreonte o tomou por nome e foi além, deu-se a si um sobrenome "Von GIq", sendo "Von", na língua alemã, uma preposição que indica origem ou filiação "de"; e "GIq" as iniciais da ideia de família da qual ele se orgulhava em fazer parte, tornando-se Anacreonte Von GIq.

Adquira seu exemplar de "Cartilha de Jack e Janis - Uma sátira da vida conjugal moderna", edição do autor, a R$ 15,00 (não incluído no valor despesa de envio) pelo e-mail ginascimento@institutoshoin.com.br

Anacreonte Von GIq vivia num apartamento no bairro da Trindade, na Ilha de Florianópolis, local em que começavam muitas das festas que fazíamos, sendo lugar que também inspirou a compor o cenário da vida de Jack & Janis, embora, na vida real, "Jack" não fosse Anacreonte e "Janes" estivesse quase sempre sem "casa", residindo algumas vezes por ali.

Confira o release da publicação "Cartilha de Jack e Janis - Uma sátira da vida conjugal moderna", na época de seu lançamento, clicando AQUI

A personalidade de Anacreonte parece ter servido de inspiração à criação do personagem do gigante "Rúbeo Hagrid", do filme de Harry Potter, embora o porte físico de Anacreonte fosse de uma menor estatura em relação ao "Hagrid", o gigante, permanece entre ambos a quase caricata e longa barba além da imensa cabeleira. O que fica aparente é um aspecto bonachão que se acentua pela admiração de Anacreonte pelos escritos de Charles Bukowski, do qual ele é fã, produzindo traduções das edições americanas por sua Espectro Editora.

Na convivência acadêmica ou na vida boêmia, Anacreonte se fazia presente de um mesmo jeito - algo que faz recordar a figura do narrador em alguns dos episódios de Cartilha de Jack & Janis, sendo alguém hipotético que tenta, durante toda narrativa e de modo insistente, dialogar com Jack, quase sempre nas situações em que Janes e Jack acabavam mal. Talvez, Anacreonte tenha servido de referência nesse sentido de experiência que fala mais alto, - não que pessoalmente Anacreonte se importasse com Jack, mero personagem ao narrador que teve seus momentos de "bom samaritano", mas era mais provável que se sentisse satisfeito com a oportunidade de esculachar Jack, algo que se repetia, seguido de certo escárnio quanto àquela relação conjugal que beirava a falta de amor próprio.

Era no bar do Frank na Lagoa da Conceição que as mazelas da vida ganhavam contornos de episódios literários com efeitos tragicômicas que ali se encontravam. Boa parte dos anos da década de 1990 a vida noturna da cidade passou pelo Boulevard da Lagoa, começando pelos shows memoráveis de bandas famosas, entre elas "Paralamas do Sucesso" no Lagoa Iate Clube, a passar por casas de shows de bandas locais que tocavam em pequenos espaços para um público sempre eclético, punk rock, forró, surf music, blues, jazz acústico, vocal, e jazz band no Canto dos Araças, ou mesmo rodas de violão junto às águas da Lagoa, sentados em bancos improvisados ou cadeiras de praia, mas inevitavelmente todos se encontravam ao fim da noite no bar do Frank.

  • O ROCK UNDERGROUND EM FLORIANÓPOLIS - saiba mais sobre o contexto histórico clicando AQUI! (Muito interessante os depoimentos da parte histórica que diz respeito ao "bar do Frank")

O GIq se formou a partir desse ponto em comum que existia entre os frequentadores do bar, a noite, por pior ou melhor que fosse, encontrava algum sentido metafísico na arte de se sentar à mesa do bar do Frank e acompanhar o dia raiar à espera do primeiro ônibus que nos levaria de volta pra casa.

Histórias daí surgiam. E alguns de nós as escrevíamos.

  • Não deixe de ler "Cartilha de Jack & Janes - Uma sátira da vida conjugal moderna", de minha autoria e que você pode adquirir, com dedicatória, enviando-me e-mail de contato para ginascimento@institutoshoin.com.br ou, se preferir, inscreva seu e-mail no campo abaixo que retornamos o contato, e de presente, você já recebe nosso e-book exclusivo "Somos Líderes - Nau - De nosso diário de bordo" - ao fim da inscrição !

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ATENÇÃO A "FÓRMULAS" com promessas de natureza miraculosa na rede, é prática de "bad marketing" oferecer "solução" a problemas financeiros, de relacionamento e de realização, vendendo-se a "fórmula" de alcançá-la: o discurso, independente do ator, é sempre o mesmo "Se você..." [lugar do sujeito com sua "dor/necessidade"], "oferece-se isso..."

Nomes da mídia digital mantêm práticas inescrupulosas, entre elas, a de "oportunizar" vaga em projeto, produto e/ou parceria abrindo formulário de inscrição, em que pede, além das ideias dos projetos intencionados pelo candidato/interessado, outras informações que servem a seus bancos de dados, o principal ativo que posteriormente vendem como seus, por isso, verifique sempre a idoneidade da proposta.

Temas relacionados: #economiadeatencao; #marketingdigital; #aprendizadodefatos, #experiênciaspráticasqueseaprende

NAS PRÓXIMAS POSTAGENS - As práticas de uma realidade digital que são nocivas à sociedade civil organizada - um relato pessoal histórico - NÃO DEIXE DE LER!

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Navegação histórica – início da rede

Comportamento e cultura na década de 1990

Nas últimas semanas a natureza dos eventos políticos vem exigindo uma análise mais demorada sobre o que é uma progressão de fatos no cotidiano de uma sociedade pós-moderna. Por sinal, esse tema da pós-modernidade no mundo acadêmico da UFSC, principalmente em meados da década de 1990 em diante, estava muito presente nas rodas de discussão dos alunos. Também, com a proximidade da virada do milênio, se dizia do risco (que se mostrou lendário) do "bug" que haveria de paralisar todos os computadores da rede quando ocorresse a virada do ano de 1999 ao ano de 2000.

Além disso, era permanente a busca por sentidos em nossas inquietações particulares, aquelas que nos levavam à evidência de que não estávamos sozinhos em nossos devaneios. Por testemunho, cito a mudança que vi ocorrer quando uma pessoa assume uma nova identidade trocando apenas o nome com que é chamado.

No alfabeto hebraico, aleph é representado com o desenho de um touro.

Nos idiomas semíticos (hebraico, fenício, aramaico, siríaco e árabe), aleph é o nome dado a primeira letra do alfabeto, nome que, não me parecendo ter sido por acaso, foi também título de uma reunião de 17 contos do escritor argentino muito admirado pelos acadêmicos do curso de Letras: Jorge Luis Borges (1899 – 1986), autor de "O Aleph".

"Aleph", portanto, de letra de alfabeto, passa a ser personagem que de maneira muito repentina assume uma forma física ao ponto de dialogar contigo em primeira pessoa, assumindo uma expressão humana. E quem o assumiu como personagem se deu tão perfeitamente bem que raros eram os que lembravam quem era ele e o seu verdadeiro nome.

Vivíamos os primeiros anos de funcionamento amplo da comunicação via rede conectada, (CLIQUE AQUI para saber mais) logo, ICQs e "nicksnames" ainda serviam de login em salas de bate-papos virtuais, fóruns e de acesso à rede, como também era presente a ideia de "pessoas que viriam a se tornar obsoletas" em razão de não fazerem elas uso de uma conta de e-mail para se comunicar, o que determinava, de maneira geral, uma necessidade de se "atualizar".

Na rede, Aleph era um programador que, com seu nickname, prestava serviço pela internet na condição de freelancer, enquanto, por outro lado, "O Aleph", de Jorge Luiz Borges, personifica, na literatura, a natureza metafísica em que a existência humana não se limita a narrativas épicas das grandes tradições religiosas, mas adquire um corpo místico, de uma subjetividade amparada pela interpretação dos textos, das relações de seus significados como traçados dentro de um espaço plano que tudo aceita como escrita. No alfabeto hebraico "aleph" tem relação com a representação de vitalidade, de ascensão, sendo um símbolo de natureza mítico-religiosa visualizado como um touro, não apenas aquele que está Wall-Street como representação física da “força”, do “poder” e da “liderança” desafiado pela menina desde 28 de março de 2017, mas como muitos outros assentados em espaços do pensamento humano.

De modo geral, somos uma geração que nasce em momentos históricos noticiados por ondas de rádio AM/FM, por meio de imagens em preto e branco de TVs com tubos que irradiavam chuviscos ao fim da programação diurna das emissoras de Televisão (raras a contar nos dedos entre um canal e outro). Músicas estavam em LPs e no giro do disco da vitrola, e além disso, usávamos fitas k7s para gravar e regravar "as mais pedidas" que ouvíamos nas estações de rádio. De um ponto a outro, saímos das décadas de 1960 e 1970 com a ideia de existirem máquinas de escrever, que datava do início do século, a chegar ao aparelhos de mídia feitos em larga escala que abarcavam toda experiência de produto cultural que havíamos tido até então. Era um feito completo.

Em 1994 cheguei a ter de segunda mão um "Personal Computer" com processador 386, já defasado em relação ao "Pentium" com processador 486 "de última geração" para a época. Diante do monitor oscilante e da rede discada com uma sequência sonora de chiados, de interferências e som de discagem, lembro de ter ficado 3 a 4 anos com o mesmo aparelho de computador, trocando peças quando necessário, e expandindo, quando possível, a memória do disco rígido. Sobretudo, escrevia romances como livros que viriam a ser publicados pela web de 1999 em diante, isso porque, como um grupo de amigos escritores, nós tínhamos planos de criação de uma editora com páginas em formato de blogs.

Finalmente, saltamos das mensagens de textos instantâneas enviadas através de dados processados por computadores pessoais para aparelhos de smartphones que basicamente possuem todas as experiências acima, cabendo no bolso do viajante.

E assim a experiência acerca da autonomia que se alcança com a tecnologia já estava engendrada logo nos primeiros anos da década de 1990, mas quando há a febre de blogs na rede, por volta dos fins dos anos 90, a ideia ganha maior fôlego pela perspectiva de autonomia financeira pela comunicação via a internet, embora, na prática, apenas Aleph, entre nós, vivia realmente de seus serviços via web.

(Saiba um pouco mais sobre a história dos blogs clicando AQUI).

De nosso diário de bordo, 27.05.2017

#navegacaohistorica continua na imagem abaixo, clique e confira!

 

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Em caminhadas não se tomam desvios

Tenha claro quais acordos se selam ou são selados, porque assim se observa melhor os dias em que se navega com a passagem do tempo nesse espaço que são os combinados e nos quais nos encontramos com nossas iniciativas em relação a todas as demais"

Capitão J. da nau

O post Ação - Essência de toda iniciativa! com que se abre a página do institutoshoin.com.br representa o resultado de um processo de busca que vem ocorrendo comigo nos últimos anos. Nele, faço uso de um amplo recurso de comunicação digital, priorizando o fundamental para toda iniciativa: o poder de tomar as iniciativas com as próprias mãos, determinando as direções e os sentidos que cabem a qualquer navegador, como aqui assino, ainda que muitas vezes vivendo esse estado navegação de modo solitário em um oceano vasto.

Existe uma progressão de fatos que se delibera a um desenvolvimento pessoal intransferível de conhecimento em cada tomada de decisão. É disso que o Capitão J. nos lembra ao que éramos náufragos no ano de 2000 d.C.

Datas, que até então, não representavam mais do que folhas arrancadas do calendário à parede da cabine enquanto aquela velha embarcação em que vivíamos não ia à pique: nosso pesadelo de todo dia em razão da necessidade de ir a mar aberto rumo à maturidade.

Selou nosso destino a inquietação de presenciarmos fatos históricos e nos darmos conta que vivíamos momentos únicos como homens de pouca fé, ou sem fé alguma, como alguns de nós se pronunciou à mesa de sinuca naquele fim de tarde da queda das Torres Gêmeas, em que "Sobre o tecido verde da mesa de bilhar, os argumentos e hipóteses que sustentávamos iam de um canto a outro em conjecturas do que de alguma forma sabíamos como um momento único: a dimensão de história em que vivíamos; o mirar o enredo que se desenvolve e saber em que direção flui". Desse porto seguro, saiba mais, clique aqui !

Quem tínhamos por referências?

Éramos quatro amigos em torno de eventos que tomavam nossos pensamentos, exigindo respostas que nenhum de nós tínhamos. Ironizávamos: "os quatro cavaleiros do apocalipse!" ali reunidos.

Daí a "embarcação à pique". Por isso, em nada se teve a lamentar quando nos tornamos náufragos e nos separamos em direções opostas.

Capitão J. se perdeu em um longo e temerário percurso a interior do Brasil. Aleph rumou ao norte, de onde não se soube mais dele uma notícia que houvesse e Sig foi ao sul, onde se casou. Diante do mar a leste, eu fiquei.

Eu não soube o sentido de se navegar a terras distantes. Aliás, nem havia mais uma embarcação, e, não mais tendo ao quê recorrer, fiquei.

A ilha em que naufragamos era agradável, os habitantes hospitaleiros, nada tinha de errado em viver em uma cabana no meio da mata atlântica com uma cachoeira não muito distante do quintal. Amava de paixão a vista da janela de minha casa em dias frios e enevoados; névoas que cobriam, abaixo e ao pé do morro, a cidade, levando-me assim a viver, - e a crer, (ainda que de modo ilusório), na existência da paz, bem a mim tão necessário.

Por outro lado a solidão costurava a sensação soturna de deixar escapar entre os dedos algo por demais precioso.

E isso foi me inquietando.

Precisava de uma nova direção.

De nosso diário de bordo, 23 de maio de 2017

Gi Nascimento.

 

 

 

 

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Os meios são alternativas

Não é difícil se chegar a perceber uma progressão nos fatos de nossas vidas, nem nos descasos que cometemos pela ignorância dos fatores do que muitas vezes está em jogo, mas há realmente que se reconhecer que esses fatores existem e influenciam as realidades em que vivemos.

Reconhecer, por sinal, é honrar as memórias dos fatos que levamos conosco. Há muitos anos, guardo comigo dizeres de pessoas que iluminaram meu caminho: auxiliaram-me a orientar essa navegação em que sempre se inicia.

Com ela, o Espaço Conceito do Instituto Shoin chega a maior idade digital, realizando, através de sua escotilha aberta, o entendimento de uma consciência voltado a um ser humano integral que ainda desperta ante o desafio do amanhã.

Mas antes, recordar o passado que nos trouxe a esse caminho, e nele, honrar à memória das pessoas que dele são partes, é narrar fatos que são positivos à referência de vida.

De nosso diário de bordo, 21 de maio de 2017.

Gi Nascimento.

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