Do traço sobre o mapa

Do que é traçado sobre o mapa de nossas experiências, o registro de nosso diário de bordo, datado de 04 de julho de 2017, amanhecer do dia.

É inverno e as águas estão desagradáveis à navegação: descemos âncora e aportamos preocupados com os danos a bordo, o prejuízo que nos ocorre já deve ser de relato de muitos conhecidos !

Temos conhecimento de que essa nossa estadia temporário tem por objetivo os contatos que permanecem conosco. É uma questão estratégica. Na incapacidade técnica de um de nós em seu isolamento, em rede, surge a solução.

É temível que se use tal estratégia na dimensão de já não ter mais a quê recorrer. É temeroso também acreditar que há saída por si somente, o que deve durar o tempo do mar processar que disso nada se tira proveito, quando afunda.

Mesmo no porto, estamos em movimento. Temos três outros projetos em execução, um a caminho de lançamento. A situação de muitos urge à necessidade de resultados. Mantenho todos informados.

Gi Nascimento

De nosso diário de bordo, 04 de julho de 2017

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Os desafios do caminho

Os desafios do caminho

Essa postagem traz informações a respeito dos desafios encontrados dentro e fora da rede de comunicação via internet, aponta a natureza de campanhas de mídia digital por demandas condicionadas a pesquisas de dados dissimulados por avatares digitais, e demonstra a engenharia reversa que existe na derrocada das instituições humanas, a prejuízo da dignidade e da vida, subtraindo das pessoas a liberdade e o pensamento.

São aprendizados contidos em experiências as decisões tomadas diante da perspectiva construtiva da vida, sem a qual não se vê amanhã e nem haverá forma alguma que venha a ter sentido de existência.

Tempo e disposição

Observo os eventos históricos com uma honesta ideia de que há entre fatos e planos constituídos uma relação direta entre eventos decisivos escamoteados por uma oportuna cortina de informações a desvio do foco da opinião pública. A arbitrariedade no plano de desfechos que formam os noticiários recentes de modo concomitante a fatos externos à política nacional brasileira reflete uma "sincronia" de informações pouco comum e muito sistemática a desviar a preocupação do público, tanto na mídia digital quanto nas redes programadoras de televisão.

Quanto maior impacto do fato, maior volume de notícias impactantes a produzir eventos.

O desafio de se preservar em seu caminho com alguma postura crítica e consciente do que o abarca é, primeiro, a disposição de tempo em que vamos operar, principalmente a entender como campanhas dirigidas à mídia digital se ocupam em extrair recursos das informações que hábitos de consumo, conduta conduzida, refletem nas referências que levam a avatares digitais.

Aqueles que estudaram por caminhos como os nossos sabem como se  produz uma campanha em mídia digital: se traça um perfil de seu cliente médio em razão de suas necessidades emocionais, psicológicas e física-biológicas para se ter o campo da demanda e os meios de seu atendimento, dos quais se presta serviço. É a prática de origem de marketing e propaganda.

Contudo, se aplicarmos a noção de uma engenharia reversa a produção de serviços e de consumo entenderemos com alguma facilidade o condicionamento das pessoas à sujeição de uma autoridade e a uma desapropriação de um pensamento genuinamente humano.

Muito além de analisar estruturas comportamentais em curvas de tendências e de demandas, o que se observa é uma "extração" de informações do desenvolvimento humano e de seu direcionamento, não voltado a sua transcendência, mas voltado à sujeição dos fatos que são realmente ligados a formas de consumo.

O tempo é uma relação de sequência decisiva de fatos que demandam comportamentos específicos.

Desde década de 1990 o que se diz acima é de algum conhecimento mais amplo à experiência de vida de quem cresceu datilografando em máquina de escrever e acordou pensando em e-book levado a público por mídia digital.

No ano de 1999 havia uma percepção de transição à virada do milênio que viria a ocorrer em 2001 com a queda das Torres Gêmeas.

Nos anos de 1980 éramos em grande número um único público sob uma hegemonia cultural ditada pelas emissoras de TV, onipresentes em todo território nacional. Em 1989, a queda do Muro de Berlim deu esperanças a um mundo sem fronteiras e ao projeto de blocos econômicos e pensamento global.

A revolução digital veio com a popularização de computadores pessoais, benefício de um mercado de recursos internacionais visto às distintas tecnologias envolvidas no processo.

Viramos a primeira década do século XXI à sombra da crise financeira internacional de 2009, sendo outro fato marcante na historiografia das nações depois da queda de 11 de setembro de 2001. E hoje caminhamos a presenciar ainda eventos que já repercutem pelos próximos séculos.

Qual é a importância do seu conhecimento em tudo isso?

Esse conhecimento de vida é crucial em razão que é sua disposição de tempo e da dedicação de seus esforços a futuros possíveis.

O que se apresenta na atmosfera daqueles que navegam é uma terrível tempestade sobre o mar em qualquer direção que se olhe.

Os despreparados têm ideia do que ser feito? Ou serão eles aqueles que se tornam conscientes de que toda alternativa de visão foi levada para bem longe do que antes, a eles, ainda era possível?

Quando muito novo eu pouco entendia, das pessoas, os seus gestos genuinamente humanos advindos apenas em circunstâncias extremas, de grande disposição à esperança, e à força de evento tanto de fé quanto de coragem.

Por outro lado, se aprende a experiência de um caminho que liberta sendo uma contínua expressão de um desenvolvimento com começo, meio e fim.

Aqui cabe uma história.

Homeless - os "sem lar"

Vivemos sob o abrigo de ideais e de ideias.

Em qualquer nível de sistema estão aqueles que vivem, em seu propósito, o serviço à causa maior do que é apenas em si toda importância, desdobramento de decisões de vidas.

Os que estão à parte de qualquer sistema que organiza a realidade da sociedade como a conhecemos, são os "homeless", os sem-teto dos quais o sentido de "abrigo" tem outro significado de existência.

Das intempéries físicas a espécie humana já aprendeu a se proteger há milhares de anos.

E haveria de ser essa proteção de uma natureza de vida bastante simples no que cabe a conceber uma maneira de existir, mas... é na complexidade das relações humanas que nasce a sociedade, e com a sociedade a consciência de poder, de ser um responsável em relação à parte que se consubstancia em respostas para seus próprios meios de vida.

Os "sem lar" são os que tiveram seus meios reduzidos a pouca alternativa ou mesmo a nenhuma. Começam a perder seus sonhos e esperanças, suas possibilidades de caminhos diferentes a fim de serem assujeitados a toda e qualquer força alheia, sem valor próprio ou sentido de propósito.

E a virada do milênio teve essa tomada de consciência. A necessidade de um rumo.

No mundo digital existem práticas sistemáticas de exploração das ideias de um público, muitas das vezes, inocente de que é manipulado a fornecer dados de consumo e de seus hábitos culturais.

Nesse princípio de trabalho o público é levado a acreditar em sua própria miragem.

A navegação daqueles que estão a mar aberto em "homeless" ocorre por instrumentos comprometidos, sem que tenham fidelidade técnica dos resultados obtidos por serem resultados extraídos de motivações práticas de vida que favorece quem dessa ordem de fatos se beneficia, e que são alguns poucos casos de sucesso ao custo da manutenção de economia de atenção de muitos de seu público diverso, tratando-se de um público conduzido.

Os "homeless" não são necessariamente aqueles "sem-teto" que não possuem um abrigo físico, mas são, em conceito, aqueles que não tem esse outro nível de abrigo a si e a sua existência quando ainda desprovida de sentido.

As instituições públicas

Para que pese o bem da sociedade através de suas instituições públicas que também o dirigem em favor às sociedades deste século XXI, tem-se aqui que a natureza humana existe na acepção mais sofisticada de sua realização.

Da incapacidade estatal que hoje decorre de políticas que perpetuam o pior quadro geopolítico possível à barbárie, abrem-se oportunidades a outros modos de organização que objetivam soluções às demandas necessárias, levando-se em consideração que a ausência do Estado representa a falência das instituições públicas em seu principal ativo, o ser humano.

A humanidade está relacionada a uma linha de decisões que se exercita, partindo-se para condutas humanas revestidas de legalidades quando incorporados ao Estado em sua organização de processos de assistência e de transformação de seus meios.

O Estado que não transforma seus meios é um status quo de relações submetidas a um mesmo quadro geral de sujeições. Está desprovido de sua finalidade técnica e ocorre em prejuízo a toda sociedade que simplesmente o transcende, independente da massa de vontade de alguns poucos.

O Estado, a bem de sua finalidade social, existe a futuro daqueles que das sociedades participam na acepção de cidadania e à boa vontade de um melhor por vir. Ao que tiram das pessoas a visão de um amanhã melhor, roubando delas esperanças e sonhos, roubam a dignidade e as sujeitam a um fatalismo existencial comparável à sujeição de escravos frente a entes totalitários que, não por acaso, pouco se importam com a vida, com o respeito à pessoa e à sua integridade existencial, ou com o resultado dos esforços que compõem as existências delas como sociedades organizadas.

Os direitos das organizações que compreendem as sociedades civis são fundamentalmente ligados aos direitos civis destas sociedades. E o que se observa é um ataque à estabilidade das nações já que são essas intencionalmente atingidas em suas estruturas de funcionamento ligadas à legitimidade, à independência e à autonomia de todas suas instituições.

Uma visão é uma imagem motivadora.

De nosso diário de bordo, 23 de abril de 2017.

Gi Nascimento.

 

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A essência da iniciativa é a ação

 

A essência de toda iniciativa é a ação.

O que se propõe em nossa jornada não se trata de algo infalível, pois qualquer proposição, por infalível que assim se considere, não é uma proposta, mas certeza e, por ser certeza, não seria uma alternativa a qualquer escolha que nos fosse possível.

A organização em que nos tornamos colaboradores diretos e indiretos, parte de um conceito de instituição pelo qual propomos a realização de eventos à integração de pessoas e dos valores voltados a parcerias consolidadas à dignidade e à autonomia do ser humano por meta última.

Ouça o áudio abaixo:

 

Histórico

Desde 2001, compreender a dinâmica global de forças políticas, econômicas e sociais tornou-se um desafio a qualquer um que tenha crescido submetido às ideias calcadas na hegemonia do poder cultural e político econômico norte americano. Esse é ponto de início da atual narrativa em que navegamos.

No ano de 2008, a confiança no sistema econômico e financeiro global deu mostras de seus efeitos mais drásticos, sendo período comparado, algumas vezes, ao Crash da Bolsa de Nova York de 1929.

Nos anos posteriores, fica nítida a derrocada da politica multilateral no cenário internacional,  com a “Queda do Império Americano” frente a vários centros de poder, entre eles Rússia e China. A solução dos Blocos Econômicos demonstram sua falência com a zona do Euro em decadência.

Estamos agora em um Mercado Global que se militariza em Jogos de Guerra que são dirigidos a vencedores e perdedores. Hoje os oponentes se estranham e se testam em cada um dos lances que se dá sobre o tabuleiro sobre o qual são estudas as forças e os movimentos de cada jogada.

As instituições são representações subjetivas de organizações de meios.

De maneira ímpar você vai saber, clicando aqui , dos fatos do poder e da geopolítica nos movimentos da rede, dos eventos que nos dirigem a uma narrativa em que estão presentes e em palco, se apequenando ou se agigantando, entes que se organizam em torno dos sujeitos e de seus comportamentos.

Numa rota de aprendizado única e para entender melhor, você pode fazer também o trajeto narrativo que leva ao cenário descrito ao clicar em A jornada, depois em o necessário a se contar, e em Dos passos, o planejar e o não ter plano algum.

Há pessoas de boa fé e de bem em qualquer esfera de sistema que se opere com humanidade. Hoje há uma "democracia emergente pelos meios digitais existentes nos eventos decisivos e históricos".

 

Em edição de 2015, na primeira parte de "Nau - De nosso diário de bordo", de Gi Nascimento, divulgamos as ideias que norteiam nosso movimento à autonomia.

"Somos Líderes" é uma publicação digital que você acessa AQUI, inscrevendo-se em nossa lista de contatos. Através da lista, disponibilizamos outros conteúdos informativos e relacionados aos nossos projetos.

Não divulgamos e nem vendemos lista de contatos a qualquer finalidade que não mencionada acima, preservando com zelo os contatos cadastrados.


O tempo é de valor inestimável

Por Gi Nascimento

Algumas vezes você é capaz de ouvir o pio de uma gaivota à orla do mar sem que lhe seja necessário visualizar o mar ou o voo de tal pássaro sobre as ondas, aterrizando ele com seu canto ao caís de uma embarcação.

É uma cena que me dedico um par de vezes. Faço anotações em nosso diário em meio ao tempo de Outono que me leva à sensação de conforto em um maior isolamento.

Das notícias distantes, Filho de Pedro está com seus em terras longínquas, e sua capacidade em transformar sua vida continua impressionante.

Entre o ano de 2010 e 2011 aportamos em uma nova cidade como aqueles que chegam em novo destino esperando criar histórias distintas daquelas que nos fazem querer partir.

Era dezembro de 2010 quando, por experiências anteriores, buscávamos vencer os obstáculos que encontrávamos com a mudança de cidade. As crianças precisavam ir à escola, dominarem seus próprios passos e se desenvolverem, como nós, em novos relacionamentos, já que dois anos antes havíamos tido experiência de isolamento, algo que nos levou à consciência de interdependência das relações com as quais atingíamos algum sentido de vida - havíamos nos engajado a transformar a realidade de uma comunidade rural, ainda mais isolada dentro de seu próprio tempo, e tempo pelo qual também as pessoas pouco nutriam de esperanças a transformar.

E navegamos daquelas terras para a praia em que me habituei a ouvir gaivotas voando em bando, percebendo como nossa jornada foi de arriscadas decisões com a finalidade de deixar para trás a ideia de isolamento e encontrar pessoas com propósitos próximos aos nossos.

Filho de Pedro vinha de uma história de luta, havia construído uma empresa pelo esforço de quem bate porta a porta, assim como fazia eu ao chegar naquela cidade. Dessa forma, quando pedi licença a entrar na sala de divisórias de madeira em que ele estava, sala essa suspensa por um casco a dar ideia de um navegar inconstante no mundo dos negócios, fui reconhecido pelo olhar de quem sabia do esforço à transformação.

Por outro lado, era a mulher que o acompanhava naquela aventura, (ainda desdita), que me estudava com mais cautela, e não longe dela, percebi um homem com idade aproximada á minha que, por sua vez, analisava algum dado em uma tela de computador. Seu nome era Leny e era um navegador como nós.

Sua história pessoal extraordinária fazia com que nossa conversa se desenvolvesse pela metafísica e por outros temas que envolvessem tecnologias deste princípio de novo milênio. Sua capacidade incomum de analisar os fatos, os quais vivíamos, refletia a expressão de assombro de Filho de Pedro ao que falava de Leny para mim, o tomando por genial. Juntamos, então, forças.

Filho de Pedro teve oportunidade de organizar seus conhecimentos enquanto abríamos o mapa de navegação sobre a mesa com o objetivo de traçar as estratégias de vendas que auxiliassem a empresa a encontrar uma estabilidade ascendente. Ele queria, por meta, tornar a experiência do desenvolvimento da empresa um case de sucesso, colocando-a como método de dispor para os seus colaboradores uma qualidade de vida de resultados positivos refletidos em nosso trabalho.

Em pouco tempo, o resultado do engajamento e de toda dedicação ampliou a venda e gerou um impacto nas atividades da empresa, criando uma sequência de outros desafios operacionais. Mas nesse ponto, contudo, a decisão que eu assumia já não se relacionava com empreendimento, mas a uma oportunidade de uma carreira no quadro de prestador de serviços daquela cidade, porque, afinal, era preciso nos estabelecer e estabilizar o curso de nossa navegação para que, dessa forma, pudéssemos adquirir um ritmo de desenvolvimento.

Mesmos tomando destinos distintos, Filho de Pedro, Leny e eu nos tornamos amigos, passando a discutir nossas ideias a refletir melhor nossas experiências durante os projetos que individualmente traçávamos em razão dos resultados que cada qual tinha por objetivo.

Até que deixamos de nos falar.

Filho de Pedro contratou, então, um "especialista" que, a exemplo do que existe na rede digital, soube vender o "peixe", mas jamais cumpriu com a parte que lhe cabia ao resultado.

A espiral de esgotamento tomou Filho de Pedro e o seu desgosto com tudo o que ocorria com seu esforço o levou a encerrar a empresa de maneira quase abrupta com consequências posteriores que o fizeram a mudar de ramo.

A resiliência de quem se agarra à mudança e não teme nem mesmo uma nova carreira o levou a estudar a uma vida distinta, trabalhou como autônomo num primeiro momento para gerar um giro de caixa e se enveredou à execução de uma ideia que veio a lhe dar uma autonomia profissional, conquistando uma habilidade que, em qualquer lugar e em algum momento, é sempre necessária a alguém.

E de uma pequena empresa ao mundo, Filho de Pedro mostrou a quê veio quando embarcou com os seus a terras distantes. Honramos os que são encorajados à transformação por serem preciosos os gestos de generosidade e de doação à causa de existência maior.

Esse é um aprendizado.

De nosso diário de bordo, 16 de abril de 2017.

Gi Nascimento.

Feliz páscoa aos que se renovam!

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O efeito de "Sonho que sonha junto é realidade" a uma mudança estrutural possível por meio de pessoas como VOCÊ.

Crédito do vídeo: trailer do filme CROSSROADS.

Crédito da assinatura: trecho da música "Cantinho Escondido", de Carlinhos Brown, Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Cézar Mendes

#creativecommons! #culturadoremix! via REBOOT: "na esquina do sonho com a razão".
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Transição de tempos – divulgue nossas postagens e nos auxilie!

Transição de tempos

Temas em desenvolvimento humano e cultura organizacional.

Adverte-se que essa publicação é baseada em aprendizados embora tenha tom ficcional e uma linguagem simbólica. São suprimidos os nomes de pessoas por personagens à narração dos fatos. E-BOOK EXCLUSIVO disponível ao final da leitura ao inscrever-se em nossa lista SOMOS LÍDERES!


De nosso diário de bordo - Mapa de instrução.

Motive-se a multiplicar a leitura desta postagem.

Nesse momento ímpar da história da humanidade cada um de nós se encontra em uma relação profunda de compreensão do todo. Não há como se negar quanto à existência da percepção das mudanças que ocorrem no mundo em um plano, pensando-se que essas mudanças não ocorram em outros. Mais cedo ou mais tarde, a tempestade que dá claro sinal no céu à linha do horizonte, influencia também a maré que nos cerca em nossa nau.

Tratava disso na postagem anterior quando registrava o que se avizinha de não muito positivo.

Mais além, adverte-se que a situação geral não é favorável visto se ter no mar um número razoável de predadores dos quais trataremos no momento oportuno, quando falarmos da relação do nosso cotidiano a cada evento aqui já retratado.

Finalmente, o desenvolvimento que possa existir ocorre em um transcorrer de ações que tenham algum fundamento a princípio. Pois bem, navegadores, esse é nosso ponto de partida.


 

Mapa de instrução

O levantamento das coordenadas em que hoje operamos é feito por testemunho pessoal do que vivenciamos como experiência da realidade de nossos dias. É necessário essa proximidade consigo, na honesta e franca percepção de si, para se compor esse primeiro instrumento de navegação.

De nosso diário de bordo, estão os registros que são preservados em um campo subjetivo à interpretação dos leitores - longe de uma tecnologia cibernética ainda incapaz de tratar de conceitos mais abstratos vivenciados pelo ser humano, mas cada vez mais próximo a ele através de pessoas que se associam à máquina.

 

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Acima, notícias que são uma expressão dos tempos que se aproximam e se tornam comunicantes em um campo que para alguns pode ser perigoso em razão de desconhecimento.

Os cuidados aqui, portanto, permanecem com todos. Por isso os avatares digitais, personagens criados à narração dos fatos pelos quais se visualiza o que ocorre nos nossos tempos.

Para citar de exemplo: na realidade digital existe uma dezena de práticas inescrupulosas que levam à manipulação do público, gerando uma economia de atenção barata e que apenas beneficia quem se vale de um público vulnerável.

Por que vulnerável? Porque são pessoas com visões que dependem de um certo quadro de condições de vida: um público esperançoso de encontrar pelo caminho "fórmulas milagrosas" de se atingir o sucesso, encontrando na prática, ao contrário, aqueles que se beneficiam do conhecimento alheio ao divulgarem a ideia de ofereceram um "produto de sucesso", e que em boa parte das vezes se trata de um ciclo vicioso de pessoas enganadas por promessas de resultados que nunca chegam.

Não. Aqui se vale da experiência prática do cotidiano em que vivemos para se falar em jornada, e essa é uma delas.

Anteontem a chuva fina sobre o convés fez com que ficássemos silenciosos na embarcação. Parecia uma oportunidade para que o que fosse dito entre os presentes não se resumisse a assuntos vagos, mas que houvesse uma profundidade no tema da experiência que se compartilhasse.

Nossa nau está em transformação, alguns dos navegadores foram a destinos distantes, um dos quais nos despedimos anteontem enquanto outros permanecem a continuidade de uma parceria que é por fé e à presença de Deus em todas as direções. Foi assim que nasceu o Espaço Conceito do Instituto Shoin, em 2008. E de lá pra cá o que se acrescentam são aprendizados de pessoas, ainda que elas estejam fisicamente distantes entre si.

No momento da chuva, eu pensava a respeito disso quando por obra do interesse gerado pela última postagem, um recém embarcado aprendiz me perguntou qual era a origem desta história. Minha oportunidade, então, de contar sobre a sincronia entre a realidade digital e a realidade dos fatos, trouxe consigo uma explicação dele quanto à motivação para a pergunta.

"Às vezes vamos a eventos sem saber da origem que os motivou", disse-me. Concordei.

Ocorre que o desenvolvimento de qualquer ideia de experiência é o desenvolvimento das coisas que deram certo; por mais que se tenham percalços - não são os percalços que nos motivam, é o sucesso.

Desde que partimos da Ilha, nosso norte sempre se colocou à essa finalidade, construindo o aprendizado que, por muitas vezes, foi compartilhado em postagens anteriores, geralmente através de uma linguagem figurativa.

Depois, à finalidade dita, nos mudamos de porto a porto, maré para maré, em busca dessa realidade que não é feita em um piscar de olhos, mas construída como processo de escolhas de vida que nos levam a um mundo melhor.

Isso é fundamental ao nosso espaço conceito do Instituto Shoin.

E é a partir dele que nos comunicamos a essa finalidade.

 


 

Os instrumentos de navegação

O desenvolvimento pressupõe a passagem de um certo ponto a outro, dando-se a perspectiva de evolução entre os fatos que os ligam.

Meu compromisso é narrar esse elo que se forma na estrutura da nossa organização que tem natureza civil e fins pacíficos à autonomia e à independência de seus membros, compreendendo-se que a instituição são pessoas que se organizam a bem comum.

Além disso, vivemos uma comunidade subjetiva de relações pessoais que nos mantêm operando nos diversos níveis dos sistemas complexos da sociedade global. Essa é nossa resposta.

Alguns poderão dizer que seja delírio em razão das experiências que nos levam ao agora. Particularmente, desde que me entendo por gente, algumas das coisas que menos fizeram sentido se resumiram à ideia de que vivemos impedimentos sem condições de serem transpostos: os obstáculos que nos limitam em termos físicos ou abstratos.

No entanto, os desafios continuam surgindo e o ser humano prossegue superando-os. É necessário refletir-se.

O comportamento é relação de diálogo interior capaz de processar as ações com um perspectiva interna ao navegador.

Existe trabalho em qualquer desenvolvimento humano.

No mais, de maneira regular, faço registros por meio desse canal de comunicação focando nossos eventos, nossos encontros, nossas direções... Isso em meio a derrocada de muitas das instituições que por ora conhecemos. É principalmente dessas experiências de declínio institucional das sociedades modernas que temos aprendizados a serem compartilhados em nossas próximas postagens.

 

De nosso diário de bordo, 09 de abril de 2017

Gi nascimento.

Como navegamos ?

 

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O que muitas vezes se revela é invisível aos olhos

a cada passagem um evento

Notas de nosso diário de bordo, 05 de abril de 2017

O melhor dos ventos as velas tecem sobre as águas do mar, algo invisível a se narrar por metáforas, interpretações sutis de estados de espíritos que os momentos trazem à consciência da gente.

Por muito tempo lancei mar notas de eventos que se passam e que cabem na nossa história uma intenção. Uso, portanto, metáforas para compor com os navegadores da nau uma realidade objetiva de chegada a porto seguro a todos que nos acompanham. Daí nasce o sentimento de comunidade, e desse sentimento a ideia de sermos um todo sutil.

Já são mais de oito anos... desde que partimos e de que deixamos para trás a ideia de que não tínhamos futuro.

Acerca da gente, outros eventos que nos somam a aprendizados que permanecem como lições de vida. Poderia contar centenas deles e entre os mesmos destacar a partida de Filho de Pedro a mares estrangeiros, os avanços das inteligências artificiais e associação delas a seres humanos. É um cenário de ficção científica?

Penso que o respeito à dignidade da pessoa comece pelo respeito ao seu pensamento, pois todos sabem da natureza de que falam tanto quanto reconhecem a natureza de que são.

Quando estivemos na Ilha, isso faz pouco tempo, encontramos nas águas de suas praias uma calmaria incomum àquelas terras. É provável que tenhamos encontrado pelo caminho pessoas de boa paz que nos receberam e isso tenha contribuído com o resultado de nossa passagem.

Ao porto da família B, por exemplo, fizemos nosso registro de embarcados e de encaminhados a um destino navegador de si.

Por outro lado, nas últimas semanas muito se aprende com toda dinâmica de comportamento humano. O aprendizado é algo fundamental nessa linha de raciocínio e vem acrescentando maior experiência de vida pelo caminho.

Venho folheando o calendário maia, discutindo comigo essa transformação dos eventos que vivemos, e tirando algum entendimento acerca dessas experiências, e registrando em nosso diário de bordo, a bem mais de três anos.

E onde estamos?

Falei ao mestre de B de nos propormos a alinhar as diversas coordenadas a um plano comum de navegação estável dentro das sociedades assim organizadas. De lá pra cá pouco parece ter mudado a condição geral dos eventos, embora o cenário talvez nos seja desfavorável, porque há quem avance a passos largos.

Não por acaso nos últimos meses tivemos cautela e pouco conteúdo nas comunicações. Basta lembrar da passagem em que sobravam tubarões nas águas, e que ainda estão na rede promovendo seus desenganos.

Para todos os efeitos, não se desvincula a vida no mar a do além-mar, e a prudência em ambas não é demais.

Quando uma porta se fecha, outras abrem e novos traçados se fazem necessários no mapa. É essa a linha da transição da qual devemos ter uma maior consciência a respeito, já que a relação com o tempo é a cada qual interna e está sob domínio de nossas ações sobre as sociedades.

O tempo é regulado pelo primeiro dia do mês romano, calendarium, e que significa: " livro de registro " (do latim), sendo um sistema para contagem e agrupamento de dias relacionado às sociedades que dele se beneficiam para desenvolvimento de suas relações. Nesse artifício, como navegador, procurei as coordenadas corretas e os meios cabíveis para se pôr a nau em movimento. Seguimos um ritmo à autonomia e à independência embora o mar não está pra peixe e pouco pareça promissor o que se avizinha no horizonte.

Além disso, há essa natureza de urano encerrando ciclos com as grandes transformações que já anunciaram nosso próprio tempo, "o que faz de qualquer pessoa consciente da interpretação dos fatos da vida a se chegar a outros significados para além daqueles que representam em si".

É o invisível aos olhos alcançando alguma revelação.

De nosso diário de bordo, 05 de abril de 2017.

Gi Nascimento

 

 

 

 

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Carta em honra à jornada de Filho de Pedro

Novo ano, naves em direção ao futuro

 

Pela prudência encontramos caminhos.De nosso diário de bordo, 26.01.2017.Encontramos, ontem, o Filho de Pedro para, também dele e daqueles que com ele partem, nos despedirmos. Sentam eles à nave de seus destinos como nós aqui ficamos a conspirar boa jornada a todos nós.

É ano novo no calendário chinês, já são passados 28 dias do primeiro mês do ano de 2017.

Há alguns anos nossas conversas de amizades tem relacionado encontros a fatos e a momentos de nossas vidas nos quais nada parece haver existido ao acaso desde que aportamos nessa mesma cidade onde conhecemos Filho de Pedro.

Agora, estão em nova aventura, e nós, com eles, também partimos por meio de nossos votos de boa viagem! A fé é como encontrar algum lugar em que tenhamos o sentimento de sempre estar estado, embora antes não houvéssemos estado. Tenhamos fé, porque os que têm fé, têm ritmo.

Esse ano que se renova hoje por outro calendário é de renovação das esperanças, a de propósito e a de ações!

Além disso, ainda que dispersos pelo mundo, estamos unidos pela história que se tece na realidade da vida, na realidade do cotidiano da lembrança e da recordação quanto ao nosso próprio tempo vivido, sendo essa também a realidade de nossa homenagem aos amigos dispersos pelo mapa, àqueles que com frequência nos dirigimos em nossos eventos de embarcados, que todos somos como singularidades no traçado de cada história.

Por fim, a ligação entre fatos e a linguagem simbólica trouxe-me, por muito tempo, a ideia de preservar um conteúdo humano na comunicação. Ainda que se fale em alegoria, a perspectiva agora é outra, porque há continuidade em toda nossa história.

Sobretudo aos navegadores, prudência desperta caminhos antes não vistos como meios melhores a finalidades distintas. Penso particularmente nisso quando percebo uma enxurrada de pistas falsas à interpretação do que é chamado "povo", de energia desprendida a esmo sem solução ou retorno. Não tenhamos a prudência dos temerosos, mas a observação prudente dos destemidos: um desafio do olhar que se aprofunda nas águas do seu oceano azul.

Um forte abraço e um ótimo ano a todos !

Gi Nascimento

De nosso diário de bordo, 28 de janeiro de 2017

 

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Navegar sobre as águas de mar em que há tubarões

Uma mudança de postura, de ruptura de comportamento e de paradigmas.

Assim como nos planejamos em nosso cotidiano, há outros planos dos quais desconhecemos os repertórios de seus limites e de suas fronteiras, porque existem roteiros dos quais desconhecemos seus elementos e sentidos. Em todo mar que se navega há em suas entranhas algum tubarão que das profundezas possa emergir rompendo o tecido das águas. Há uma guinada em curso. Desde 11 de setembro de 2001 até o recente 09 de novembro de 2016 o curso dos eventos que fazem de nossa jornada uma necessidade responsiva a mudanças de comportamentos, vale-se da observação dos fatos das rupturas institucionais das quais já somos testemunhas.

 

Não parece haver coincidência entre os fatos recentes e os passados, se são frutos de um desenvolver de eventos que por ora sinalizam a destinos incertos, posto que toda ruptura instituída abre oportunidade a novas escolhas, dessas que surgem da navegação de si por um vasto oceano de novos horizontes. Por algum sinal se percebe que no palco da vida a vontade opera realidades.

Gi Nascimento.

De nosso diário de bordo, 11 de novembro de 2016

Divulgue!

Dos passos – o planejar e o não ter plano algum

As ações, das quais temos por certo o destino das suas consequências, são fontes às direções em que nos encaminhamos ao navegarmos por mares incertos. 

Cenários a uma narrativa geopolítica

Durante cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, em um momento do seu discurso como Presidente do Comitê Organizador Rio-2016 e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman lembrou a todos a necessidade de uma participação ativa nesse novo mundo integrado à tecnologia digital, tratando-se ela de uma forma de democracia emergente pelos meios digitais existentes nos eventos decisivos e históricos.

Três anos antes, em fevereiro de 2013, a renúncia do então Papa Bento XVI do cargo máximo do Estado Eclesiástico do Vaticano o tornou o primeiro Papa a abdicar do posto mais alto da Igreja Católica Apostólica Romana desde o Papa Gregório XII, em 1415, que o fizera durante a Grande Cisma do Ocidente, e o primeiro a renunciar sem pressão externa desde o papa Celestino V, em 1294.

Os eventos históricos acima são aparentemente desconexos entre si embora se relacionem pela descrição do sistema de datação que geralmente se atribui presente nas Centúrias de Nostradamus, nas quais, através de quadras poéticas, de alegorias e de símbolos, se possibilita um coerente tecido de informações que cobre séculos, tanto do Estado Eclesiástico quanto dos eventos que tomam grandes proporções no imaginário humano e de vida civil.

Quando se dispõe de fontes dessa natureza de conhecimento, não haveria de se perguntar sobre a existência ou não de uma narrativa geopolítica sendo conduzida e orquestrada?

Em 2013 fomos testemunhas dos eventos que levaram ao Trono de Pedro o cardeal Bergoglio, eleito em 13 de março de 2013, no segundo dia do conclave, escolhendo ele o nome de Francisco. Como primeiro jesuíta a ser eleito Papa, primeiro Papa do continente americano, do Hemisfério Sul e o primeiro não europeu investido como bispo de Roma em mais de 1 200 anos, desde Papa Gregório III, (nascido na Síria, governando a Igreja Católica entre 731-741), Papa Francisco se revela um marco significativo de um novo tempo à Igreja Católica, tanto quanto poderia também se dizer da Queda das Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001, como marco histórico no cenário politico, econômico e bélico mundial em razão do inesperado alcance da ação terrorista que se consolidou a partir das impactantes imagens multiplicadas pelos televisores do mundo, pelos quais se assistiu o World Trade Center sendo atingido por aviões.

Outros fatos: Massimo Coppo, raio sobre a basílica de São Pedro

Outras histórias: a renúncia de Bento XVI, motivos; o 11 de setembro, bandeira, e impactos

As interpretações possíveis dos fatos e das relações que os eventos tecem no desenvolver das histórias não poderiam ser desconsideradas a bem das respostas necessárias às demandas de seu próprio tempo.

Desde 2001, compreender a dinâmica global de forças políticas, econômicas e sociais tornou-se um desafio aos analistas de sistemas que até então centravam-se em ideias calcadas na hegemonia do poder cultural e político econômico norte americano.

Em 2008, a confiança no sistema econômico e financeiro global teve seu revés mais drástico, sendo comparado algumas vezes ao Crash da Bolsa de Nova York de 1929, crise iniciada pela especulação imobiliária norte americana sem lastro à liquidez das dívidas hipotecárias.

Nos anos posteriores, fica nítida a derrocada da politica multilateral no cenário internacional, considerando-se a expectativa de, com a "Queda do Império Americano", tender a existirem os vários centros de poder, não mais limitando-se a um eixo leste-oeste polarizado entre Rússia e Estados Unidos. Os Blocos Econômicos, então vistos como soluções a um Mercado Global desde da década de 1990 do século passado, encontram nos últimos tempos a piora das suas instituições diante da ineficácia de suas organizações frente às demandas humanas da atualidade.

Gi Nascimento

De nosso diário de bordo, 18 de setembro de 2016.


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Divulgue!