Desafio das práticas institucionais

Responsabilidade social: uma capacidade de responder às parcerias rumo às soluções compartilhadas.

Como entender uma geração de pessoas que se encontra nessa passagem de século XX para o século XXI como uma geração de profissionais multi-tarefas e com atuação em diversas áreas de trabalho? Poder compreender aqueles que, com algum conhecimento das tecnologias via comunicação digital interconectada em rede pela internet, adaptam-se às mudanças de paradigmas no calor das transformações das sociedades para, então, terem vivências que se diriam históricas a cada vez mais exigentes de práticas institucionais organizadas? Chegamos diante de um ser humano despreparado para as transformações do futuro?

Nesse campo a posteriori estão tanto um pensamento colaborativo quanto uma linguagem institucional que são comuns em ações sistêmicas originadas em  algum trabalho de inteligência quanto à pesquisa de informações. Esse, por sinal, é um trabalho intelectual que pode fazer frente à alienação psíquica e social com a qual as tecnologias mal empregadas, hoje, se valem para um marketing digital. 

O pensamento colaborativo é uma expressão de um desenvolvimento contínuo que antecipa uma realidade futura. 

Parte-se, assim, de um aspecto sutil que motiva à colaboração: é a oportunidade de poder se desenvolver em um grupo de pessoas que nos leva a dispor de nosso tempo dentro de um cotidiano de atividades, para, então, compreendermos realmente as finalidades que nos prestamos agir via internet.

No nosso caso, tratamos com pessoas conhecidas de longa data, com amigos de infância, com relacionamentos de amizades do período da faculdade e da vida, tratamos daqueles que são os que testemunham a nossa jornada e o nosso desenvolvimento, e dos quais temos o respeito e o carinho que nos levam ir à frente, encontrando outros momentos em que podemos nos reconhecer como pessoas parceiras nesse processo maior.

São esses alguns dos relacionamentos que nos levam a novos significados de uma verdade intrínseca que cabe a cada um de nós como indivíduos humanos. Vivemos para propósitos. Rumo a uma autonomia digital.

A VERDADEIRA REALIDADE É AQUELA EM QUE SE VIVE

Qualquer resultado que se queira, é um resultado que se quer, muitas das vezes, em razão de processos de escolhas conscientes das consequências que envolvem as metas de nossas decisões, principalmente quando se encontram em uma certa ordem prevista e planejada de fatores e de elementos encadeados. Mas o que realmente se adquire por meio de um resultado que se espera alcançar?

A resposta está no aprendizado.

Nenhum desenvolvimento parece ser despropositado já que a sua compreensão de ser um processo (começo, meio, fim), envolve um conhecimento a respeito e uma consciência que se  apropria dessa realidade, dizendo-se atora do que é resultado desse processo. De maneira semelhante, as linguagens são expressões culturais que se identificam por meio de ações sistêmicas que são reconhecidas durante um certo período de tempo.

Assim, ter esse domínio da disposição de seu próprio tempo representa, para qualquer um de nós, a autonomia que se objetiva chegar pela maturidade de se conhecer os meios de se atingir os objetivos, dispondo de suas forças próprias, somadas pelo conhecimento e pela experiência de vida, a fim de se refletir com maior profundidade o que implicam nossas escolhas a curto, médio e longo prazo, e o que efetivamente nos leva a planejar a disposição do tempo que temos conosco.

Mais do que isso, representa uma autonomia real diante das hierarquias em que se baseiam várias das partes desse complexo sistema de relacionamentos institucionais em que vivemos, assim como representa um desafio a compreendermos as linguagens distintas que acontecem em planos de realizações diversos, mas que, de modo simples, elas encontram soluções a dificuldades comuns a um público que desconhece.

 Nossas parcerias são por soluções compartilhadas em rede de contatos em auxílio mútuo para desenvolvimento a uma autonomia de meio de vida pela internet, dentro de um estilo de vida que envolve um empreendedorismo digital [local-em-rede], resultado de uma transformação dos paradigmas relacionados ao trabalho já conectado à internet, a exemplo do home office.

De qualquer lugar a qualquer lugar conectado, uma solução pode surgir, ponto-a-ponto.

Gi Nascimento

DNDB16022018

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